domingo, 30 de novembro de 2008

Doa-se homens

Será que Santa Catarina está precisando de homens? Com certeza... Eu tenho alguns sobrando por aqui. Já não sei o que fazer com eles! Tem um fila atrás de mim, mas eu não quero! Minha mãe é que fica indignada, talvez ela ainda tenha algum tipo de ilusão de ter um terceiro genro... Não!

Tem um em especial que esta se esforçando consideravelmente para me agradar. Ele é legal, mas é só isso. Não tenho uma boa imagem dos cristãos, nem ética, muito menos moral e nem pensar na cama. E ele é cristão! Só fala de Deus e Jesus. Tá, eu também acho Deus é um cara legal e Jesus o judeu mais prestativo da história... Mas se ele esta tentando me xavecar com esse tipo de conversa não esta dando muito certo. É broxante!

Eu posso falar de qualquer coisa que ele concorda com tudo, na verdade, não esta de acordo com quase nada, mas ainda assim concorda e parece ouvir todas as baboseiras que digo. Diz que sou muito bonita e meiga. Meiga? Hãm? Eu? Eu só sou meiga quando estou gripada, eu fico máster manhosa quando estou com febre...

É o tipo de atenção que a maioria das mulheres gostaria de receber. Ele passa a mão nos meus cabelos, fala para não corta-los, que eles estão bonitos assim e ficarão ainda mais quando estiverem compridos. Também diz que tenho olhos lindos, que sou inteligente e... Ai entra a parte cristã: diz que Deus tem algo especial reservado para mim. Putz... BROCHA!

Na real? Eu já fiquei com ele. Além de beijar mal ele quer algum tipo de namorada-mãe, pra fazer ele tomar dois banhos por dia, usar roupa limpa, comer nas horas certas, não esquecer os compromissos, ser a psicóloga e, principalmente, seja da mesma religião que ele, que tenha a mesma visão de Deus e do Chamado.

Chamado para mim é um filme, um filme de terror cansativo e que não assusta. E eu não gosto da versão de um Deus que só te reconhece quando você se humilha diante de seu altar/púlpito. Se Deus é amor, não há porque haver tanta humilhação! Eu não sou cristã. E estou mais inclinada a curtir mais uma temporada de solteira do que entrar numa roubada dessas.

O que ele me tem a oferecer não vale o esforço de ceder.

(In)Grata

Santa Catarina


O cartaz criado por Rodrigo pede doações para a conta da Defesa Civil de Santa Catarina.
(In)Grata, mas consciente.

Olhos de cigana oblíqua e dissimulada

Sou muito resistente com a literatura brasileira, só recentemente descobri a delícia que é ler Drummond, como ele parece brincar com as palavras. Com Machado de Assis também foi assim. Por causa do cursinho pré-vestibular, li os livros “obrigatórios” e mais alguns entre eles Dom Casmurro. Lembro que pequei o livro com a maior má vontade na biblioteca, mas quando meus olhos chegaram ao fim da primeira página não consegui o largar, e em dois dias já tinha acabado.

Tenho um amigo que sempre me diz que tenho que ler algo com conteúdo, que os livros que geralmente estão na minha bolsa são fúteis. Não concordo! Se eu quisesse conteúdo iria ler jornal, o que não me agrada muito, mas ás vezes eu até que faço um esforço. Os livros que leio são escolhidos pela linguagem, a construção das frases, as palavras...

Parando de divagar sobre meus estranhos gostos literários, quero focar no Dom Casmurro que vai virar, ou melhor, já virou minissérie global: Capitu.

O que primeiro chamou minha atenção é que a minissérie é dirigida pelo mesmo diretor de “Hoje é dia de Maria” e “A pedra do reino”, Luiz Fernando Carvalho. A primeira eu assisti e gostei, já a segunda só assisti um episódio e não desgostei nem gostei. Pelo que consegui pescar na internet sobre a produção de “Capitu” o orçamento foi baixo, então “Falta de dinheiro impõe criação”, como disse o próprio diretor. E os personagens principais foram estudados e ensaiados exaustivamente.

Sou um poço de alienação para nomes de atores e principalmente diretores, então dei um “google” no diretor Luiz Fernando Carvalho e descobri que ele fez várias novelas e minisséries globais e que o cara adora levar a exaustão seu atores, com uma intensa preparação dos personagens, o que lhe rendeu diversos elogios e prêmios.

Nessa minissérie Capitu o texto original quase não foi alterado e foi justamente isso que me chamou a atenção, mas minha mãe fez o favor de jogar um balde de gelo em cima da minha ansiedade. Ela assistiu uma reportagem sobre a minissérie e disse que vai ser uma “saco” e super cansativa.

Mas mesmo assim eu ainda quero assistir.

É torcer pra minha querida mãe “pé frio” estar errada!

(In)Grata

sábado, 29 de novembro de 2008

Fantasmas

Eu tenho vários fantasmas... Guardo-os em meu guarda roupa, debaixo da cama, cuidadosamente dobrados dentro de envelopes coloridos ou descritos nas páginas dos meus cadernos... Estão todos escondidos e só me perseguem se eu os libertar de seus esconderijos.

Mas também tenho alguns fantasmas, assuntos mal resolvidos, que me surpreendem quando eu menos espero. E eu acabei de ser surpreendida por um desses.

O mundo é muito pequeno ou eu que sou muito obtusa?

Têm muitas observações que gostaria de fazer, mas se já fui demasiado ingrata, para que insistir? Não tenho orgulho de uma infinidade de coisas que fiz e faço, mas só se pode ajudar quando a pessoa quer ajuda, essa é a única lição que aprendi do meu pai e que faz muito sentido se você parar para pensar por um instante.

Xuxa, não sei quem você é, ou melhor, devo até saber, mas escolho esquecer, e é o que você deveria fazer comigo. Já se passou tempo demais... Esqueça-me. Se não faço bem para mim que bem faria para você? Que bem teria se envolver?


Renata (In)Grata

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Xuxa...

Nesse momento tem uma perguntinha bem pertinente me torturando e eu não consigo mais conte-la. E aproveitando que não haverá outros comentários vou dizer o que penso, sem meias palavras, tomando muito cuidado para não deixar nada subentendido.

VOCÊ ME CONHECE? CONHECE A RENATA FORA DESSE BLOG?

NÃO! É claro que não.

Sabe com o que EU não me conformo? Você disse que sentia, mas que eu nunca iria saber quem você é. Lembra disso? E agora, menos de um mês depois, diz que se importa comigo! Importa-se de uma forma que não “deveria”!

Se não "deveria" não escrevesse! E não venha dizer por último, como se não tivesse importância alguma, que queria me beijar!

Além de não aceitar sua "patada" vou dar a minha, e bem ingrata:

Não me interessa uma pessoa que diz se importar, mas que eu nunca irei conhecer. Não vale a pena reparar em alguém que gosta de mim, mas que ao mesmo tempo diz que não deveria.

É facil falar que eu sou uma pessoa que não se deve deixar passar, mas parece que eu sou sempre aquela que não dá para se envolver.


Renata

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Como?

Eu não consigo pegar o que fica no "ar", dá pra entender? Isso acontece porque na maior parte do tempo eu estou um pouco perdida em meu próprio mundinho "obscuro o horripilante"...

Essa porra desse blog era para ser uma forma de colocar em ordem o que fica atolado na minha cabeça e que acaba por atrapalhar todo o resto: empregos, relacionamentos, família... Eu não pedi pra ninguém LER! Se for para levar uma dessas é melhor nem receber comentários.

Meu Deus! Será que todos decidiram pisar em mim esse mês? Vou ter que começar a distribuir senhas para levar todas as patadas que estão me direcionando.


Renata (In)Grata

Emails...

Só para não perder o costume lá fui eu abrir a caixa de emails. Como sempre tinha uns quatro emails do site de emprego "vagas", aquilo empesteia minha caixa de entrada a uns três anos com uma série de vagas que não tem nada haver com meu perfil! Um dia ainda descubro como me livrar do meu cadastro naquele site....

Continuando...

Fora os emails de emprego tinha um informando um falecimento!

A coisa mais estranha que já recebi! Com certeza devem ter confundido meu email. Não faço ideia de quem seja a falecida senhora Leopoldina mas meus pêsames para a família dela.

Depois dessa não reclamo mais que nunca recebo emails.

(In)Grata

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Renata Ingrata: No limite da razão

Kg .: 65,700!

Namorado (a) .: zero

Flertes .: 1/2

Refeições semanais .: três

É impressionante... Sou só eu ficar um pouquinho de muito depre que chove homem na minha horta! Vai ver eles acham charmosas minhas olheiras profundas ou, e é bem mais provável, eles apenas apreciem o tamanho da minha bunda... Quem sabe? Não faço a menor idéia do que passa na cabeça desses homens.

E faltando apenas trinta dias para acabar esse ano catastrófico, essa é a palavra que melhor o descreve, coloquei na balança tudo o que aconteceu desde Janeiro e descobri que tenho tudo para acabar do mesmo jeito que comecei. Super animador!

Mas nem ligo, cansei de me importar com pequenas coisas, estou cansada, farta de ME aturar! Haja ingratidão!

(In)Grata

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Freak hair style

Desde que cortei o cabelo, a mais ou menos dois anos, descobri que tenho uma fera indomável grudada na cabeça. Essas madeixas louras têm vida própria.

Nos primeiros meses eu andava sempre no estilo "travesseiro" ou "recém lavado", quando não estava com preguiça de enfiar a cabeça debaixo do chuveiro, porque era só assim pra deixa-lo apresentável. Cresceu um pouco e passei a prender a franja que não parava de jeito nenhum atrás das orelhas e que não me deixava ver nada. Cortei diversas vezes por causa disso, mas em Abril deste ano decidi deixa-lo crescer novamente.

Sete meses depois e já não fica do jeito "travesseiro" e posso me arriscar a lavá-los antes de dormir sem acordar parecendo o Harry Potter. Já dá para fazer um pequenino rabo de cavalo, e dá pra "brincar" com o baby liss da minha irmã sem queimar o couro cabeludo. Mas...

Mas agora está num comprimento que, a não ser pela ausência da franja, pareço a Sakura Card Captors! Sabe? Com umas pontas mais compridas na frente e uns cabelinhos espetados no alto da testa... Só que no meu caso tem que acrescentar umas olheiras, espinhas e tirar o sorriso.



Se eu estivesse com meus 13 anos de idade estaria adorando esse look, mas não. A boa notícia é que meu cabelo cresce rápido a no Natal não estarei parecendo como a Card Captors, a não ser pelos olhos verdes.



(In)Grata


PS.: Inveja do apelido "simpático", da verborragia, das olheiras ou das espinhas não deve ser... Desenvolva esse comentário.

domingo, 23 de novembro de 2008

Por mais que não pareça...

Esta tudo em ordem!
(In)Grata

Então? Seria melhor?

Seria melhor ter dito que não me lembrava? Seria melhor não ter passado meu msn? Seria melhor não ter ido ao Vitrine? Seria melhor ter ido embora e não ter deixado ela colocar cadeira ao lado da minha? Seria melhor eu ter virado o rosto ao invés de ter beijado aquela boca linda e com gostinho de Trident de morango?!

Seria, seria, seria...

Meus cunhados deram-me um apelido pra lá de “simpático”: Funéria. E não é que caiu como uma luva? Até canso-me de tantas lamentações, mas como diz o ditado “Cabeça vazia é laboratório do Diabo”. Simplesmente não consigo evitar.

Não consigo evitar verificar minha caixa de email umas seis vezes por dia, sabendo que não haverá nada de novo por lá. Não consigo evitar lembrar! Como vou “superar” (irônico isso...) se minha maldita memória fica me trapaceando? Eu fico lembrando, lembrando e lembrando... Eu preciso de uma terapia ocupacional!

E ainda tem minha mãe! Ela começou a ficar me olhando de forma trágica quando estou distraída escrevendo aqui no blog ou assistindo novela... Hoje veio passando a mão na minha cabeça perguntando como eu estou e me convidando pra sair com ela. Para ela chegar a esse ponto eu devo estar uma lástima. Não duvido muito, levei o maior susto quando me olhei no espelho. Minha pele esta um horror, é espinha para tudo quanto é lado, e eu ainda fico cutucando de nervoso, abrindo buracos na minha teta, na bochecha e no queixo. Estou com olheiras terríveis e o cabelo... O cabelo! Além de comprido, esta seco, torto, sem forma e sem brilho. Parece uma peruca. E pra finalizar minha roupas estão começando a ficar largas, pois estou emagrecendo, em duas semanas já perdi 2,3kg. Melhor regime do mundo, fossa!

Se pelo menos não estivesse com tantas espinhas eu podia “fingir” que estou bem, “fingir” que não há NADA acontecendo comigo... E o que esta acontecendo comigo? Um flashback. Parece que estou em novembro de 2007. Ou em fevereiro deste ano, só que ao dobro, mas ainda assim dessa vez estou consciente dos motivos que me levaram a enfiar o pé na jaca e lavar na cara logo em seguida.

A verborragia atacou hoje! E eu não consigo parar de pensar se eu fui desgraçadamente (essa palavra existe?) precipitada de novo, ou se sou apenas terrivelmente incapaz com as pessoas como a bicha do Danilo me disse há mais de três anos e que eu não consigo esquecer?

De novo minha memória! Catando pedaços de lembranças de anos com outras bem recentes, juntando estes pedaços com uma “super tape” imaginária e formando um quadro medonho na minha cabeça.

È domingo... É domingo. Amanhã eu vou ficar bem. Segunda feira, trabalho e a rematrícula naquele curso ridículo de ADM... Vou ficar bem. Eu vou.

(In)Grata, ou Funéria...

Músicas, músicas e músicas

Call It Off

I won't regret saying this
This thing that I'm saying
Is it better than keeping my mouth shut
That goes without saying

Call, break it off
Call, break my own heart

Maybe I would have been something you'd be good at
Maybe you would have been something I'd be good at
But now we'll never know, I won't be sad, But in case I go there
Everyday, to make myself feel bad
There's a chance that I'll start to wonder if this was the thing to do

I won't be out long
But I still think it better if
You take your time coming over here
I think that's for the best

Call, break it off
Call, break my own heart

Maybe I would have been something you'd be good at
Maybe you would have been something I'd be good at
But now we'll never know
I won't be sad, But in case I go there
Everyday, to make myself feel bad
There's a chance that I'll start to wonder if this was the thing to do
I'll start to wonder if this was the thing to do



-Tegan and Sara

Achei a música tão fofa que não resisti em posta-la.

(In)Grata

sábado, 22 de novembro de 2008

Horóscopo do dia....

Entrei no meu email, mesmo já sabendo que não teria nada de novo por lá, e acabei me deparando com um link do "Horóscopo do dia...” Pensei: Não custa nada!

Mal tinha lido a segunda linha e me lembrei o porque não acredito em horóscopo...

"A entrada do Sol no signo de Sagitário deixa você mais radiante e divertido pelos próximos trinta dias. Hoje, sua capacidade de criar empatia junto a amigos e conhecidos está mais do que apurada”.

Ótimo! Empatia pela minha desgraça, só pode ser... E qual é essa dos planetas? Sol?

No Amor eu prefiro não pensar muito no que os astros guardam para mim:

"O Sol em Sagitário promete semanas muito intensas daqui para frente. Hoje, você está comunicando os seus sentimentos com graça e alegria”.

Hãm? Repito: prefiro não meditar sobre isso, esse feriado me deixou muito inclinada a "brincar" com lâminas de estilete, facas ou mesmo qualquer coisa perfuro cortante.

Na minha Carreira os astros, na minha humilde opinião, foram um pouco evasivos...

"Você inicia uma fase em que seus talentos pessoais ficam mais fecundos e ganham maior visibilidade”.

Eu sou coletora de dados, assisto TV o dia todo, como assim "visibilidade"?

E finalmente tinha a "Dica do dia". Que conseguiu me arrancar uma gargalhada ácida e sarcástica:

"Aproxime-se mais de quem você gosta”.

Antidepressivos? Álcool? Sexo? Deixa queito...

(In)Grata

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Nãos...

Não como...

Não durmo...

Não saio...

Não bebo...

Não trepo....


(In)Grata

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Feriado é igual a domingo. Tédio.

Hoje eu estou toda no Pretérito:

Na videolocadora não tinha o filme que eu queria.
Não tomei o sorvete que eu queria, muito frio!
Não fui ao cinema.
Não vi o dia passar.
Não arrumei meu quarto.
Não fiz nada de útil.
Só ouvi música e joguei paciência.
E não tomei nenhuma atitude quanto a isso.

E vou aumentar o volume só para NÃO pensar nisso.



Transformei o dia em noite num toque de magica mantendo as cortinas fechadas
Alimentei mil pensamentos duvidosos e então me entorpeci pra acelerar o coração


Em baixo das cobertas o mundo não me afeta consigo até sorrir
Deitada o dia inteiro contei pro travesseiro tudo que dói em mim


Quem será que pode me vender um pouco de prazer pra aguentar a vida sem brincar com a morte?
Quem será que pode me vender um pouco de qualquer artifício mágico da sorte?


Acendi o meu isqueiro fui ficando pálida
Verifiquei as portas trancadas
Desafiei o medo de não aguentar
O que me resta é me arrastar


Em baixo das cobertas o mundo não me afeta consigo até sorrir
Deitada o dia inteiro contei pro travesseiro tudo que dói em mim


Quem será que pode me vender um pouco de prazer pra aguentar a vida sem brincar com a morte?
Quem será que pode me vender um pouco de qualquer artifício mágico da sorte?


Artifício Mágico - Luxúria

(In)Grata

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Eu estou tão fodida.

Meu pai sofreu um acidente e quebrou a clavícula. Não é grande coisa, podia ser pior. Mas ele já não é tão novo e do jeito que ele cuida da própria saúde, um osso quebrado pode se tornar um problema maior do que parece.

Eu sabia que mais cedo ou mais tarde isso iria acontecer, era uma questão de tempo... Ele estava indo comprar droga quando caiu. Idiota!

Apesar da insistência da minha avó e das minhas irmãs não tive coragem de ir vê-lo na sua casinha. Mas elas fizeram o favor de pintar um retrato bem vivido do estado em que ele se encontra. Ralado do rosto até o joelho, com um ombro inchado e do outro lado o osso da clavícula quebrado sobressaindo na pele... Eu bem que podia ir dormir sem essa cena na minha cabeça.

Elas não entendem o que significa para eu ver meu pai... Toda vez que o vejo esta de um jeito diferente: raramente lúcido, quase sempre depressivo, às vezes completamente alienado e de vez quando insuportável. Eu não gosto de vê-lo, essa é a verdade, é uma forma (não muito saudável, mas isso quem decide sou eu) que encontrei de me preservar.

Já disse várias vezes nesse blog que sou medrosa, e não estava mentindo em nenhuma delas. Não tenho coragem de encarar essa situação de frente, de expor toda a minha mágoa por ele ter comprado a primeira pedra de crack, por ter jogado toda uma vida e uma família fora por medo de encarar a realidade. Realmente sou filha dele, herdei todo o medo, toda a covardia.

Espero que ele melhore.

Renata (In)Grata

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Então tá, vamos falar de música!

Pertinente: Com gosto não se discute!

No geral eu gosto de música depre, e pelo o tanto que eu falo de mim nesse blog isso já era algo de se esperar, não? Enfim, eu gosto, assim como tem gente que gosta de Calipso...

Mas eu não gosto só de música depre, por incrível que pareça meus dias não são sempre nublados, as vezes faz sol... Difícil de acreditar? Também acho. Parece que a vontade de mentir ainda não passou.

E falando em música depre... Bem que minha mãe dizia: Não cospe pro alto que cai na testa..

Caiu!

Eu conheço a imensidão do céu
Pássaro que sou,
Mergulharei de vez
Uma vez ou três.
Duzentos por hora, ou algo mais,
Na velocidade de encontrar você
Te merecer
Voar, sem ter onde chegar.
E de lá do céu
Formaremos dois em um só,
Fugirei da chuva,
Beijarei o sol.


Amanheceu
É hora de voar


Sigo meu instinto animal,
Cruzo mil fronteiras
Garimpando amor,
Semeador.
De tanto voar achei você,
Multicolorido exatamente igual
Ao meu astral.
Melhor é voar a dois
E de lá do céu
Formaremos dois em um só,
Fugirei da chuva,
Beijarei o sol,


Amanheceu
É hora de voar.


Pássaros - Claudinha Leite..... putz!

(In)Grata

PS.: ADORO LUXÚRIA!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Deu vontade de mentir!

E menti gostoso! Meu lado negro da força se regojizou com o desespero da minha vítima, e foi uma mentirinha tão boba!

Mas eu ainda estou com vontade de mentir, não me satisfez essa mentirinha... Muito menos o desespero da minha vítima. Acho que vou mentir para mim mesma.

Mentir que estou feliz, mentir que gosto de homem (mas isso eu já faço mesmo sem vontade), mentir que meu pai é um trabalhador respeitável (honestidade é ponto de vista), mentir que minha mãe é a mesma mãe atenciosa de seis anos atrás, mentir que eu não estou super decepcionada com a D., mentir que e não ligo para as merdas que a F. me disse, mentir que eu não me sinto terrivelmente sozinha domingo à noite, mentir que...

Vou mentir que sei mentir.

(In)Grata

domingo, 16 de novembro de 2008

Eu fiquei pra Titia....

Não saio mais com as minhas irmãs!

Não dá... Eu só segurei vela! Eu sou a própria “tocha humana”! Essa história de ser a solteira da casa evita muitos problemas, mas tem horas que é muito chato, como hoje.

De um lado estava minha irmã mais nova aos beijos e abraços com seu namoradinho, do outro estava minha outra irmã na maior “DR” com seu namorado também. E eu no meio com a maior cara de paisagem bebericando minha cerveja. Detalhe pertinente: eu detesto cerveja, mas como fui convidada o que podia fazer? Sou da mesma opinião que a Rita Lee, cerveja tem gosto de mijo, se bem que eu nunca bebi mijo e nem pretendo faze-lo. Mas eu gosto da comparação e gosto da Rita Lee também.

Enfim, não preciso nem mencionar que eu pareço uma Titia quando saio com elas, ou preciso? Não temos assunto, não gostamos das mesmas coisas e muito menos freqüentamos os mesmos lugares. Fui parar na Vila Madalena morrendo de vontade de ir para a Rua Augusta, bebi cerveja imaginando uma Smirnoff Ice e enquanto olhava a lua na falta do que fazer imagina em quem eu estava pensando? É.

Assim eu aprendo a ficar em casa assistindo Fantástico.

(In)Grata

sábado, 15 de novembro de 2008

Nem tudo depende de mim...

Quem quase destruiu o sábado dessa vez foi minha querida mãe. Ter um espírito jovem aos 45 anos não é desculpa para se comportar como uma adolescente imatura.

Minha mãe costumava ser “sangue no olho” (se é que me entende...), mas agora ela é a “Tia” da turma. Que turma? Um bando de “cuecas”, com a testosterona em fúria e que só sabem de falar de sexo, fazer que é bom não sabem fazer direito... As poucas garotas que estão nessa turma ao meu ver são umas coitadas. O que elas fazem no meio deles?! Ninfomaníacas desmioladas é a única resposta que encontro!

Napoleão, que nem é uma das minhas personalidades preferidas da história, tem uma citação que cai como uma luva para minha querida mãe:

“Aquele que conserva as atitudes juvenis na idade madura, ganha em ridículo o que perde em seriedade”.

ADORO! Repito: A-D-O-R-O!

Ela começou com essa história de “sair de balada” quando eu fiz 17 anos, com a desculpa de querer saber com quem eu andava. Desculpa deslavada! A filha da puta chamava mais atenção que eu! O tempo foi passando, eu parei de sair, mas ela foi formando a sua própria “turma”, agora ela parece gostar mais de seus “filhos adotivos” do que das próprias filhas.

O cúmulo para mim é as pessoas dizerem que eu deveria dar mais valor a ela! Ou que ela é uma FOFA! Que ela é SUPER LEGAL! Tenha santa paciência! Quem não conhece é que compra...

(In)Grata

Final de semana

Eu acordei sorrindo hoje. Isso é estranho, e quando senti meus músculos faciais se contorcendo nesse estranho movimento (de sorrir) ainda meio sonolenta, tomei o maior susto!

Essa semana se arrastou, meu emprego vai bem obrigada, mas a vida pessoal esta um caos, acho que deixei isso claro nos últimos posts. Sexta feira não consegui escrever palavra alguma de tão perdida que estava, elas zuniam na minha cabeça mas nenhum cabia no papel e meus dedo não acertavam nenhuma tecla no teclado. Verificar a caixa de email nunca foi tão perturbador... Mas hoje eu acordei sorrindo. Repito: estranho!

Meu domingo provavelmente vai ser igual ao da semana passada, só vai mudar a trilha sonora, essa semana merece algo bem sujo, grunge... Vai ser Pearl Jam. Nada de Ana Carolina, aí é pedir para cortar os pulsos. Pelo menos meu humor negro continua intacto...

Mas hoje ainda é sábado. O que vai ser do meu sábado, hein? Se depender de mim vai ser um caos pior que o dessa semana.

(In)Grata

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Parabéns pra você

Feliz aniversário Srtª Magrela!

Desejo muita felicidade para você hoje e sempre.

Renata

Eu continuo porque a chuva não cai só sobre mim...

Incrível...

Sem crises compulsivas de choro histérico. Pelo menos não houve nenhuma até agora.

A Ingrata se supera.

(In)Grata

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

As mesmas lágrimas

Eu estou nojenta. Não sei mais o que são lágrimas, o que é saliva e o que é muco nasal. Chorar é nojento. E o pior é que eu não vou conseguir parar tão cedo.

“Me de um fora, mas não me ferra, ok?” Muito obrigado por não ter me ferrado.

Mas...

PORRA! Outro fora... O que sou eu? De que matéria mesquinha, incapaz, medíocre... Inconsistente eu sou feita? Hãn?!

Não, não foi culpa alheia, a sinceridade reinou o tempo todo, foi só eu e meu dedo podre para relacionamento. Se bem que nem foi um relacionamento.

Eu queria ter esse “dom”, sabe? Querer muita gente, ficar com muita gente e não me envolver com nenhuma. Pouparia-me um desperdício enorme de energias. Continuar a viver normalmente, ter toda uma rotina saudável e não me importar com muito mais.

Pessoas normais aprendem com os erros, se dão o valor... Eu? Eu gosto de infligir-me sofrimentos desnecessários. Mais do mesmo, até as lágrimas são as mesmas, têm o mesmo gosto.

Esse ano esta muito difícil, pra muita gente. E eu não queria acabar do mesmo jeito que comecei.

Renata (In)Grata

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Meu celular tirou férias forçadas, agora só no Natal o verei novamente.

Faz apenas seis horas que o deixei na assistência técnica e já estou em pânico. Não sei as horas, não sei que dia é hoje, não sei o telefone de ninguém e nem o meu próprio, porque a agenda esta no chip, e sem celular o chip não serve pra nada! As mil e uma mensagens que eu guardava com tanto cuidado se foram... Musica agora é só no rádio, adeus walkman...

Como irei acordar ás 5h45 sem meu despertador com a musica do Bob Esponja?!

Gente... Vou entrar em depressão.

Mudando de assunto...

Hoje eu ouvi um autêntico discurso paterno vindo do meu tio, e não deu outra: estou intimada a fazer administração e outras especializações na área.

Eu nunca tive uma figura paterna que impusesse a sua vontade, e agora aos 21 anos vejo meu futuro ser minuciosamente planejado, sem margem para meu “hobby” de historiadora.

Olha... Meu tio é “O CARA”, bem que eu queria ser filha dele, mas eu sou feita da mesma matéria geniosa que ele. Não estou muito inclinada a aceitar um cabresto tão rígido depois de “crescida”.

Eu gosto de pouquíssimas coisas, em contra partida detesto quase tudo. Tenho uma enorme inclinação ao “Lado negro da força”, sem nem fazer esforço já sou a ovelha negra da família, e olha que eles não sabem de tudo, tem coisas que eu convenientemente mantenho em segredo...

Enfim, as coisas estão confusas por aqui.

(In)Grata

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

De novo não...

É sempre assim.

S-E-M-P-R-E!

Só não entendo o porque ainda não acostumei, porque ainda me sinto tão mal por tão pouco.

Eu me descuidei de mim.

È como Zíbia Gasparetto diz incansavelmente em seus livros: “Só quem se ama pode encontrar em sua vida...”.

DEUS! Se já estou lendo Zíbia Gasparetto é caso de internação!

Mas é o que acontece.

Quando eu estou com tudo, e tudo parece dar certo, eu caio esplendidamente do meu pedestal de cara no chão... Depois demoro horrores para me reencontrar.

Tanto desperdício de energias.

Eu concordei não foi? Claro que foi...

Maldito livre arbítrio!

Mais uma responsabilidade que eu estou transportando da minha própria falta de capacidade com as pessoas...

É, muito obrigada Danilo Von Schreiber, três anos depois e você continua me assombrando com seu sarcasmo germânico.

Mas a responsabilidade é minha.

Assim como tantas outras.


(In)Grata

domingo, 9 de novembro de 2008

Domingão...

O que há no domingo que o torna tão desagradável?

É um dia em que as ruas estão desertas e quase todos os comércios estão fechados, o restante fecha às 13 horas. Mas todo e qualquer tipo de entretenimento e lazer está lotado. Benditos “farofeiros”!

Mas como não vou sair e decidi encarnar a "primata" hoje, nem o pijama eu quero tirar, o que me resta é a TV aberta. Grande consolo!

Na TV aberta não há nada que preste. De filmes... Só os pré-históricos, campeões de bilheteria em 19__ e alguma coisa, ou um super “inédito”, que já passou pelo Domingo Maior, Sessão de Gala, Corujão, Sessão da Tarde, Tela Quente, Supercine, Oito e Meia no Cinema, Cine Belas Artes, Cinema em Casa, Cine Espetacular ou Tela de Sucessos, e que agora vai “brilhar” na Temperatura Máxima.

De programas você ainda pode escolher entre Raul Gil, Faustão, Domingo Legal, Pânico, e pra fechar com chave de ouro, Fantástico!

Quero deixar bem claro: Nada contra quem gosta, longe de apontar, esse é o MEU gosto, e sobre isso não de discute. OK?

Continuando...

Nessas horas eu sempre lembro de uma propaganda da MTV que dizia “Desligue a TV e vá ler um livro”. Mas como hoje é domingo e livros ficam em bibliotecas que hoje ficam fechadas, me vejo abrigada e tirar meu pijama e migrar do meu sofá para o sofá da minha avó.

TV a cabo! Mas não adianta muita coisa, pois há muita concorrência por lá. Concorrência entre tios, primos e avós. Quem vai assistir o que? Futebol ou filme? E ainda tem o Fantástico, que é sagrado! Tenho ligeira impressão que esse programa me persegue, sempre tem alguém que me pergunta na segunda feira: “Você viu no Fantástico ontem...”.

Por essas e outras, que ainda pela manhã, eu me pego ansiosa pela normalidade da segunda-feira, saudosa do último 5 de outubro, e completamente depressiva por ter indo dormir sozinha e cedo ontem à noite, e por ter acordado ainda mais sozinha e cedo hoje.


(In)Grata

PS.: É completamente decepcionante saber que não receberei mais comentários por motivos tão banais.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Preguiça mata...

Novo item para a lista de coisas que deixei para amanhã: levar meu celular na assistência técnica.

Decisão de última hora: vou prestar vestibular em 22/11 para história. Qual faculdade? Ainda não interessa.

(In)Grata

Considerações.:

Sou tão ridícula que ainda tem gente que precisa se certificar da minha existência para viver em "paz" em seu próprio mundinho que é tão "obscuro e horripilante" quanto o meu supostamente é.

Goze com isso.

(IN)Grata

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Parece que o mau tempo não era só em casa.

Má notícia: meu guarda chuva tinha um furo e uma gota desse mau humor, que parece reinar em quase todas as pessoas que conheço, caiu em mim.

Até ameaçada de levar uma surra eu fui. Mas eu confesso que fui muito grossa e talvez mereça levar uns tapas.

Descobri no que sou boa: afastar as pessoas, no que isso é útil é uma boa pergunta.

Quem sabe na Idade Média eu me desse bem, seria uma ótima senhora feudal isolada em seu castelo, desprezando e mal tratando a todos os meus vassalos. Mas é século XXI, se isolar deixa tudo ainda mais complicado.

Para encerrar por hoje: eu estou com uma insuportável e supostamente psicológica dor de estômago.

(In)Grata

Chove chuva

Adoro cheiro de chuva.

Ver o céu fechando e sentir o vento balançando tudo, desde árvores a portas e janelas, e depois a maior correria para recolher a roupa no varal e o que quer que esteja espalho pelo quintal.

Então... Os primeiro pingos caem trazendo todas a impurezas de lá de cima. O ar fica pesado, denso. Disso eu não gosto, mas a força da chuva vai aumentando e o ar vai ficando leve e refrescante após um dia tão quente.

Ás vezes o vento é tão forte que a chuva dança conforme seu gosto pelas ruas, calçadas e pelos telhados vizinhos.

Adoro chuva de madrugada, no domingo pela manhã, na praia...

Mas como tudo a chuva também passa, também acaba. O céu volta a ficar claro e o sol volta a dar o ar de sua graça. É a melhor parte!

A luz alaranjada do sol revela para nossos olhos úmidos milhares de pequenos cristais a brilhar sobre todas as coisas: gotas de chuva a pingar das calhas, nos vasos de plantas, nas janelas e nos batentes das portas.

Hoje não tem brilho, está nublado. Mas tudo bem, assim como a cor cinza é minha preferida, tempo nublado é o meu favorito.

Só há uma coisa estragando esse meu final de tarde. Não é só o céu que esta nublado, todos estão nublados: minha mãe e minhas irmãs, a tempestade delas ainda continua, com muitos raios e trovões.

Quer saber? Nem ligo! Não vou colocar meu frágil bom humor a prova.

Vou pegar meu guarda chuva e me mandar antes que fique ensopada com o mal humor delas.

Não esqueça seu guarda chuva.

(In)Grata
Eu sou a pessoa mais precipitada e dramática que se ouviu falar!

É certo que o speedy esta com seus dias contados, mas ainda conecta!

Diga-me: custava eu ter verificado isso ontem, antes de sair de casa para ir na lan house?

Eu me supero.

(In)Grata

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Pesadelos

Acabou a brincadeira... Minha linha de telefone ainda existe, "parcialmente bloqueada", mas ainda esta lá presa no poste, já o speedy, pobre speedy! Não era bem uma "Brastemp", mas quebrava um bom galho. Agora não vai mais. Foi excluído da linha por falta de pagamento. Ou seja, quando a linha voltar vai ser conexão discada... E isso, ninguém merece!

E eu que só tinha R$6,35 no bolso passei a ter só R$4,35... Pois R$2,00 vão ficar aqui na lan house. È a vida! Mas eu não ia agüentar ficar sem escrever! Faz-me bem e eu gosto, amanhã eu vou ter que arranjar outra forma de postar...

Mudando de assunto, quero falar de sonhos hoje. Não planos e projetos de vida, é sonho mesmo, acho que no meu caso são pesadelos.

José Simão disse numa entrevista que sonho bom só se sonha uma vez, quando se torna recorrente já é pesadelo. Eu estou tendo pesadelos recorrentes!

Nesses pesadelos eu estou sempre correndo, mas nunca chego a lugar nenhum. Hoje eu tive esse pesadelo, foi assim: Eu fui ao show da Claudinha Leite (Por Deus! Eu nem se quer gosto de Claudinha Leite!) com uma amiga e no meio do show tive que ir ao banheiro. Quando saí do banheiro eu estava em uma praça mais ou menos do tamanho da Praça da Sé, só que tinha muito mais verde e estava o maior sol. Eu comecei a correr porque o show já estava no final, mas eu corria tão devagar! O pior é que eu sentia meu peito queimar de cansaço, mas mal saio do lugar. Quando cheguei, com muito custo ao show, minha amiga já tinha ido embora. Aí me deu mais desespero ainda! Dei meia volta e comecei a correr de novo, e de novo eu mal saia do lugar!

Resultado: acordei me sentindo super cansada e com o maior desespero. Nas outras vezes que tive esse pesadelo eu corria atrás de um ônibus, depois eu corria um morro acima e quando cheguei ao topo continuei correndo com o maior esforço, como se a subida não tivesse acabado.

Esse sonho esta me perseguindo a um mês.

Estou começando a ficar cansada disso.

(In)Grata, e confusa.....

PS.: Sim, eu uso lentes e óculos juntos, sou quase cega! Mas graças a Deus eu fico meio que charmosa de óculos, menos mal!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Eu judio de mais dos meus olhos e dos meus ouvidos... Tadinhos!

Saldo diário:
19 horas com lentes de contato
10 horas com óculos
9 horas com fones de ouvido

Haja colírio! E cotonetes...
Desse jeito quando eu for “grande” eu vou ficar surda como meu pai e cega como minha avó!

(In)Grata

Decidi-me e não volto atrás!

A única opinião concreta, as únicas palavras firmes que recebi em relação a minha odisséia pessoal de ADM vêm de uma pessoa que não sei o nome, nem como é, quem é! Mas essa pessoa completamente desconhecida disse tudo o que minha “cabecinha fraca” queria ouvir. Quase me debulhei em lágrimas em frente ao computador... E ao mesmo tempo estou com um sorriso de orelha a orelha!

Estou começando a ficar com receio de escrever alguma bobeira sem conteúdo ou cometer muitos assassinatos da língua portuguesa.

Mas voltando ao foco... Novamente!

O curso de ADM já era. Decidi-me! Vou trancar, e para sempre! Mas por enquanto o resto da família não precisa saber disso.

(In)Grata

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

I Love it! AND I HATE ALL!

Estou adorando essa história de comentários...

Mas fixa no foco Srta Renata Ingrata!

A semana mal começou e já me descubro atolada na maior encrenca! Tenho três dias para entregar a primeira parte do meu TCC de ADM que consiste em criar um produto e apresenta-lo de forma escrita (com todos os pormenores, tipo para que serve, qual o público alvo, etc...) e é claro também tenho que fazer uma apresentação oral, que obviamente inclui ficar em pé na frente da classe toda. Finalizando há um pequenino detalhe, que é tão "insignificante" que eu quase esqueci: eu não tenho grupo.

É, um passo pra frente e dois para trás, é assim que eu funciono. Pensei que estava dando um ótimo passo quando entrei no curso técnico, e de certa forma até que foi, mas acabei dando uns três passos para trás por não ter escolhido o curso com atenção.

Eu abomino Administração! Nada contra quem gosta e atua na área, simplesmente não é minha "praia". Isso já esta me torturando à algumas semanas, eu até tive a infeliz idéia de falar com minha mãe. É claro que ela falou um monte, o foco principal da "comida de rabo" que ela me deu foi que eu sou uma covarde, que é só surgirem às cobranças que eu estou pulando fora. Não nego, eu sou a Ingrata, lembra? Mas ela nem tentou pensar no meu lado, não teve nem um "pinguinho" de empatia.

Mas eu não desisti e tive outra "brilhante" idéia e fui falar com meu tio... Deu no mesmo, com uma diferença, ele não teve coragem de me dar uma “comida de rabo”, o que foi muito inteligente da parte dele, pois aí o bicho ia pegar...

Também falei com minha avó, com meus cunhados, com minhas irmãs, com meu gato, com uma amiga, mas ela me colocou um pouco pra baixo então prefiro não tocar no assunto... Enfim, nenhuma dessas pessoas disse nada, elas só ouviram e ouviram...

Continuo tão perdida quanto quando comecei a escrever este post...

(In)Grata

domingo, 2 de novembro de 2008

Não, eu não liguei...

Deixei pra amanhã, junto com tantas outras coisas.

Não que eu não quisesse, que eu não tenha tentado. Peguei varias vezes o celular na mão, e na falta do que fazer acabei revisando toda a agenda de contatos, apagando vários nomes de pessoas que não tenho mais contato e outros que não quero ver a pessoa nem pintada de ouro. Também repeti o ritual de auto flagelação de reler algumas mensagens, e apagar outras...

Próxima da insanidade eu deixei o celular em cima da mesa e me sentei de costas para ele, ridículo! Completamente ridículo.

Por que? Simples, não sei o que dizer. Eu só queria ouvir a voz, a risada. Mas não dá! Meu bom humor matinal foi sumindo aos poucos assim como a tarde foi dando lugar à noite e a noite indo em direção a madrugada, que promete ser longa... Relacionamentos não são o meu forte, assim como diálogos.

Ninguém merece uma INGRATA no domingão.

(In)Grata

Mal humor? Só no próximo post!

Há alguns dias estou cinza.. Sinto-me cinza, pra falar a verdade adoro essa cor. Não é totalmente negro, depressivo, melancólico, gótico... Também não é branco, limpo ou luminoso. É neutro, mas mesmo assim não significa que seja bom.

Alguém lá do céu, que adora zombar de mim, decidiu provar que eu adoro fazer um "drama" e fez meu domingo ser um pouco diferente do resto da semana...

Hoje eu esperava um domingo monótono, terrivelmente depressivo, com The Cure tocando no último volume, comendo tudo que visse pela frente e com direito a um "gran finale" do tipo eu pegar o telefone e discar "certo" número e repetir a cena ridícula do final de semana passado. Definitivamente seria um desastre, eu já estava até conformada.

Mas quando abri a minha caixa de e-mails fiquei radiante! Eu recebi um comentário! ADOREI! Já estava crente que esse blog fosse um fantasma na Internet... ADOREI! Thanks!

Mudou completamente meu humor, quem sabe eu até arrisque a "tal" ligação sem a possibilidade de uma catástrofe acontecer por causa da minha depressão.

Mas minha semana também não foi tão horrível como eu a pinto. Aconteceram coisas boas, eu consegui um emprego, emagreci dois quilos e... Não estou conseguindo pensar em nada mais... Mas é isso aí.

Em consideração ao meu atípico bom humor vou deixar os problemas para o próximo post.

(In)Grata, mas nem tanto...