Quem quase destruiu o sábado dessa vez foi minha querida mãe. Ter um espírito jovem aos 45 anos não é desculpa para se comportar como uma adolescente imatura.
Minha mãe costumava ser “sangue no olho” (se é que me entende...), mas agora ela é a “Tia” da turma. Que turma? Um bando de “cuecas”, com a testosterona em fúria e que só sabem de falar de sexo, fazer que é bom não sabem fazer direito... As poucas garotas que estão nessa turma ao meu ver são umas coitadas. O que elas fazem no meio deles?! Ninfomaníacas desmioladas é a única resposta que encontro!
Napoleão, que nem é uma das minhas personalidades preferidas da história, tem uma citação que cai como uma luva para minha querida mãe:
“Aquele que conserva as atitudes juvenis na idade madura, ganha em ridículo o que perde em seriedade”.
ADORO! Repito: A-D-O-R-O!
Ela começou com essa história de “sair de balada” quando eu fiz 17 anos, com a desculpa de querer saber com quem eu andava. Desculpa deslavada! A filha da puta chamava mais atenção que eu! O tempo foi passando, eu parei de sair, mas ela foi formando a sua própria “turma”, agora ela parece gostar mais de seus “filhos adotivos” do que das próprias filhas.
O cúmulo para mim é as pessoas dizerem que eu deveria dar mais valor a ela! Ou que ela é uma FOFA! Que ela é SUPER LEGAL! Tenha santa paciência! Quem não conhece é que compra...
(In)Grata
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