sábado, 12 de fevereiro de 2011

De volta, mais uma vez

Sumi, mas também isso já era algo de se esperar. As vezes eu sumo mesmo, não tenho vontade de nada e não faço nada.

Três meses... Enfim, essa historia de "Ano Novo, vida nova" é pura merda, a única coisa que muda é o calendário, continua tudo igual. Mesma casa, mesmo emprego, mesmos problemas.

Há algumas novidades, coisas que fiz, coisas que quero (eu sempre quero alguma coisa), coisas que vi... Mas não vou falar disso hoje.

Estou cansada, muito cansada.

Boa noite e até a próxima.

sábado, 30 de outubro de 2010

Filme inglês e filme americano

Filme Inglês: Cherrybomb

O bruxinho do Harry Potter cresceu. E pra mostrar isso porque não fazer um filme cheio de drogas, irresponsabilidade e sexo? O Rupert Grint fez.


Malachy é o filhinho atencioso e educado, trabalha em um centro esportivo para ter o próprio dinheiro. Luke é de ninguém, não tem mãe e o pai é um drogado, ele só tem onde morar porque o irmão mais velho mantém um apartamento pára os dois. Michelle é a filha que nem a mãe ou o pai querem ter em casa, ela causa o caos por onde passa, nunca entra na briga mas é sempre a causa dela. Malachy e Luke, por exemplo, vão passar o filme todo se metendo em encrenca por causa dela.

O resto são as drogas, muita droga e muito álcool. Acho que não tem um adolescente sóbrio na história.

Bye bye Hogwarts.


Filme Americano: Atracão Perigosa

Na verdade o nome do filme é The Town, porque diabos foram traduzir para Atracão Perigosa é um mistério.


Ben Affleck dirigiu e atuou no filme... O que posso dizer sobre esse povo que quer fazer tudo sozinho? As vezes eles acertam e as vezes erram. Ben Affleck não errou, se esforçou bastante a fez um trabalho bom, mas o filme tem o cliché do último grande assalto, onde só o bom moço sai vivo.


Na história Doug praticamente nasceu para o roubo, mas ele não quer essa vida. Em Charlestown o roubo é uma profissão passada de pai para filho, o pai de Doug foi assaltante de banco, então ele também é.

Em um assalto ele e seus comparsas fazem uma refém, Claire, a gerente do banco. Depois eles descobrem que ela mora no mesmo bairro que eles e Doug fica encarregado de vigiá-la para garantir que ela não possa incriminá-los.

Vejamos: moça bonita e emocionalmente abalada + bandido boa pinta arrependido = ?


Quem adivinhar ganha um doce!

Doug então passa a ter mais um incentivo pra largar a vida de crimes e sair da cidade, mas ele não consegue, movido por um sentimento deturpado de divida por seu amigo Jem ele continua assaltando bancos.
Blake Lively interpreta a ex namorada de Doug, drogada e mãe solteira ela é a encarnação de tudo o que ele quer se livrar. Ela é linda, mas a personagem dela é super acabada.


A cena do assalto que eles usam a fantasia de freira é a melhor!

Eu gostei do filme, ele tenta mostrar o lado A e o B dos "bandidos", como quando Doug fala da vida dele e logo depois mostra o FBI contando todos os podres do bando. O fim do filme tentou ser poético, mas acho que não deu muito certo, e também depois de DUAS horas eu não estava com muito paciência para poesia.

Filmes! Filmes!

M E TA M O R F O S E ! !

Conhece a banda Silverchair? Então, eles eram uns garotinhos barulhentos, o vocalista é um loiro com cara de revoltado. A música é boa, eu tive o álbum Diorama, e ouvi a música Across the Night quase até abrir um furo no CD.

Depois que eu enjoei daquele CD eu comecei a ouvir Linkin Park e outras bandas tão barulhentas quanto. Mal gosto? Não acho, cada um gosta do que bem entende, e eu gosto de Linkin Park até hoje.
Enfim, nunca mais ouvi falar do Silverchair, até agora... E eu levei o maior susto, os caras passaram por uma metamorfose absurda do tipo homem/mosca do Kafka:


O que aconteceu? Viraram Homens? Moscas?



Jesus... De onde saíram tantos músculos?

E a música? Parece a mesma, até a voz de criança do vocalista parece a mesma, só que camuflada debaixo de vários músculos e um cavanhaque...

É a vida. E é estranha.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Let's travel!

The longest way


It doesn’t matter what dream you choose to follow, as long as you have one. Go follow your dream, and laugh while you’re doing it!

-Christoph Rehage

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Os Coletores, filme e livro

Eu achei o livro na Livraria Cultura, foi a capa que me chamou a atenção, Tinha o Jude Law com uma tatuagem o pescoço segurando uma arma. Pulei a parte da sinopse, que geralmente engana a gente, e fui direto para a primeira página, logo na primeira linha estava escrito:

"A primeira vez que segurei um fígado fique de pau duro."

Achei isso no mínimo curioso. Continuei lendo jogada em um dos pufs da livraria e o livro só ficava melhor.

É uma ficção futurista, um tipo de leitura que nunca chamou minha atenção, mas o toque de humor negro que o personagem principal usa para descrever o trabalho dele e a situação em que se encontra prendeu minha atenção.

Uma empresa chamada The Union fabrica e comercializa órgãos sintéticos, muito mais duráveis e confiáveis que os órgãos naturais, acabando assim com as longas filas de transplantes. Só que esses órgãos são caros e quem atrasa o pagamento recebe uma visita de um "coletor".

Basicamente o coletor dá um choque no inadimplente e arranca o órgão, qualquer que seja o órgão vale ressaltar, e leva de volta para a empresa.

Não deu pra comprar o livro, pelo menos ainda não. Mas o filme eu consegui assistir pela Internet.

O filme é desse ano mesmo, Jude Law com seu sotaque inglês interpreta Remy, um coletor da Union que sofre um "acidente" de trabalho e tem que fazer um transplante de coração.

Depois da cirurgia ele não consegue mais fazer seu trabalho e entra na lista dos inadimplentes. Tentando fugir do sistema e dos coletores enviados pela Union em busca de seu coração ele conhece Beth, uma mulher que tem 70% do seu corpo composto por órgãos artificiais.

A Alice Braga é quem interpreta a Beth, e ela dá altos amassos no Jude Law, sortuda...

A trilha sonora é ótima! Minha musica preferida foi William Bell - Every Day Will Be Like A Holiday.

O final do filme foi surpreendente e faz todas as cenas de lutas lunáticas ficarem um pouco mais coerentes.

Agora eu quero o livro de qualquer jeito.

domingo, 24 de outubro de 2010

Sem sono e cheia de vontade...

São 03h30 da madrugada e nada de o Sr Sono aparecer. O notbook estava me encarando, me chamando com jeitinho, todo manhoso. Eu não resisti. E olha só o que eu acabei encontrando no youtube:

Continuo sem sono, mas agora eu estou cheia de vontade de uma bendita torta blueberry, se isso realmente existe.

Enfim,,, Um beijo roubado também seria legal.

sábado, 23 de outubro de 2010

Como Esquecer

"O tempo não tem fim, mas é o fim."


Ontem eu assisti Como esquecer com a Ana Paula Arósio e o Murilo Rosa, o filme é super depressivo, cheio de literatura e texto rebuscado. Eu adorei.

Júlia esta na maior depressão depois que Antónia a deixou, ela recebe o apoio de Hugo, seu amigo gay e que também perdeu o grande amor de sua vida. Os dois se juntam a uma amiga, Lisa que foi largada pelo namorado, e vão dividir uma casa perto da praia.

Júlia se arrasta através de sua depressão, ela é grossa com todo mundo quase o tempo todo, especialmente com sua aluna Carmen Lygia, que passa o filme todo correndo atrás da professora mesmo levando esporro.

Então surge na história Helena, a prima de Lisa. Linda e selvagem, ela faz o que bem entende e vai atrás do que quer, larga um emprego de embaixadora na França para investir na carreira de artista.

Júlia e Helena, já deu pra entender.

O final do filme ficou no ar, ou não. Eu não captei muito bem a ideia, ainda estava absorvendo as cenas da Júlia e da Helena depois do luau...

Eu queria ter chamado alguém para ir assistir o filme comigo, mas sair ontem à noite foi uma decisão de último minuto e eu fiquei com medo de levar um fora (isso anda acontecendo muito ultimamente), então eu fui sozinha mesmo.

Fica para a próxima. Se bem que outro filme brasileiro, gay e bom vai ser difícil...