terça-feira, 8 de junho de 2010

Comparação não muito feliz...

Estava eu bisbilhotando em blogs alheios quando me deparei com a seguinte informação: eu "lembro" a MariMoon.Sério? NUNCA!

O que eu lembro dela? O branco do olho? Falando sério, nem que eu lembre no jeito de falar, ou na cor do olho ou até a voz... Enfim, MariMoon NÃO, por favor!

Tomara que o cometário seja sobre alguma outra Renata. Sabe, não parece, mas eu não sou a única Renata Ingrata por aí, eu só sou uma das poucas assumidas.

Youth in Revolt

Nick Twisp é um bundão, típico nerd que vai morrer virgem. Mas tudo muda quando ele conhece Sheeni Saunders uma garota de espírito livre que de início não esta interessada nele, justamente por ele ser um bundão.
Então ele decide criar um alter ego chamado François, de olhos azuis, bigode, voz profunda e atitude de bad boy. Guiado por François, Nick se envolve em incêndios, roubos e drogas e é claro que a Sheeni adora.
Só que toda essa rebeldia com o único intuito de perder a virgindade o transforma em um procurado da justiça e tudo começa a sair do controle.
Michael Cera que interpreta Nick e seu alter ego François é um dos meus atores favoritos, não pelos filmes e sim pelos seus personagens. Eu simplesmente o adoro! Feliz, triste, nervoso ou com medo seus personagens fazem sempre a mesma cara, é demais.
A trilha sonora também é boa, especialmente a mpusica When u love somebody do Fruit Bats, que é a trilha quando ele foge da policia.
Fica a dica.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Opúsculo - A paródia

Foi a primeira vez que eu li algo do The Harvard Lampoon e definitivamente não foi uma boa primeira impressão.

O livro até que tem algumas tiradas engraçadas, alguns comentários críticos hilários, mas no geral é um horror. Tem tanta besteira que fica massante, como quando a Belle (que em inglês deve soar como "barriga") enrola os cabelos com as molas do sofá e o Eduart (por que Eduart é muito mais interessante que Eduard) se limpando com desinfetante a todo momento. As vezes parece que estou lendo uma fanfic mal escrita na Internet.
No final das contas parece que joguei dinheiro fora, era melhor eu ter comprado um jornal, assim eu teria gasto bem menos e me atualizava um pouco.

Eu vivo em uma caixa de isopor, FATO!

Caixa de isopor, lata de conserva, um tupperware no freezer! O fato é que eu estou completamente alienada da realidade, do que acontece a minha volta, no mundo, no país e especialmente na cidade de São Paulo.

A bonita aqui se arrumou toda ontem, passou horrores da rimel, pegou a carteira, bilhete único e foi para a Paulista com a intenção de comprar um livro na Livraria Cultura e dar uma volta no Center 3. Mas não deu. E porque?

Por que ontem foi Parada Gay. PARADA GAY! E eu não sabia. Descobri quando o onibus Vila Mariana fez uma curva onde não deveria fazer, entrou na Alameda Santos e foi barrado por uma dragqueen que fez uma performance exclusiva para o motorista.

Como que pode uma coisa dessa? Provavelmente eu era a única paulista da capital que não sabia que era a 14º edição da Parada Gay. Até minha avó sabia da parada! Se eu tivesse ligado a TV sábado a noite eu também saberia... Não quero nem imaginar o que eu perdi no últimos meses, ou no último ano!

Cheguei a conclusão de que preciso de férias, eu adoro meu emprego mas estou começando a virar um zumbi.

Ouvindo BandNews FM - A radio da noticia (só pra descobrir o que esta acontecendo hoje)

Musica do dia: The times they are a changin - Bob Dylan

sábado, 5 de junho de 2010

Sonhos molhados 2.0

Em outra noite conturbada, onde eu me mexi e remexi no edredom, tive um novo sonho indiscreto e muito, muito bom...

Dessa vez toda a ação do sonho foi interrompida dentro do próprio sonho, antes de eu acordar. E imagina por quem? Pela minha mãe!

Até nos meus sonhos ela consegue ser a perfeita empata foda.

E com ela de volta, xeretando na minhas coisas enquando eu não estou em casa, a ideia do vibrador já era...

Tudo igual, só que pior!

Três dias! O demónio que é minha mãe voltou a apenas três dias e eu já estou pirando. Da noite para o dia meu rosto foi coberto por espinhas, eu não consigo fazer nem um ovo frito ficar comestível e meu quarto esta parecendo o Haiti.

Ela chegou quarta feira à noite se comportando como a aventureira que retornou de viagem, eu queria vomitar enquanto ela andava de um lado para o outro contando em alto e bom som as suas aventuras. E quando eu achei que a situação não poderia ficar mais insuportável ela veio até mim querendo me abraçar... ABRAÇAR!

A única coisa que eu conseguia pensar era em todas as mentiras dela, em como ela é falsa, oportunista, ladra e manipuladora. Simplesmente não havia espaço no meu ser para bancar a filhinha amorosa e abraçar minha mamãe querida. É claro que ela ficou puta da vida e rolou a maior briga na manhã seguinte, onde ela ameaçou sair de casa e ir morar em Minas Gerais.

Tudo voltou a ser exatamente igual, não mudou nada! Mas mesmo assim tudo parece pior. Sabe quando você acerta na quina da mega sena e fica toda feliz achando que ganhou a maior grana até descobrir que outras 10 000 pessoas também acertaram e o valor do prémio acaba sendo uns R$ 70? É exatamente como estou me sentindo.

Eu esperimentei sentir esperança, paz e conforto na minha própria casa, algo que eu não sentia desde meus 5 anos de idade. E agora tudo voltou ao inferno de sempre. E é tudo tão pior.

Ouvindo Florence + The Machine - Heavy in your arms (Eclipse Soundtrack)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Alegria de pobre dura pouco e nada que é bom dura para sempre.

Desde o dia das mães minha mãe não volta pra casa.

Ela fez as malas e pegou um avião para o sul, o que ela foi fazer não quis nem saber, eu estava super feliz por não ter que dividir o mesmo teto com ela pelo resto da semana.

Pois bem, uma semana se passou, então duas e agora já são três. Ela ligou umas quatro vezes e mandou uma carta. Uma carta! Com um poema. UM POEMA! O poeminha pedia para que as filhas não a deixassem se sentir culpada por viver o momento dela e aproveitar toda a magia e beleza e blá blá blá. Uma palhaçada.

Nessas três semanas minha casa nunca ficou tão limpa, nos últimos 21 dias não houve nenhuma briga entre minha irmãs e eu (fato esse inédito e memorável!) e eu estou me sentindo muito bem, tão bem quanto eu não sentia desde o ensino médio. Eu arrumei meu quarto pela primeira vez no ano, fiz o almoço quase todos os dias até agora... É uma maravilha.

MAS...

Ela vai voltar.

Foi muita ingenuidade minha pensar que não, que ela ia ficar andando pelo país para sempre. Ela volta agora no feriado com a desculpa de que vem pegar a nova carteira de motorista dela. Me diz o que que funciona durante um feriado prolongado? NADA. É a maior lorota, ela vai voltar e tudo vai voltar como era: a casa um nojo, todo mundo brigando o tempo todo e eu... Nem quero pensar nessa ultima parte.

Ouvindo Vampires Weekend - Jonathan Low